De acordo com um levantamento realizado pela professora Fernanda Dreux M. Fernandes, do Departamento de Fisioterapia, Fonaudiologia e Terapia Ocupacional (FOFITO), da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), de 2005 a 2010, dos 3.065 artigos publicados em revistas internacionais e nacionais sobre fonoaudiologia e autismo, apenas 56 versam sobre adolescentes, sendo somente 3 artigos brasileiros. E dos 1.356 referentes ao autismo, só 43 falavam sobre adolescentes.
No workshop Autism Cymru, que aconteceu em Cardiff, País de Gales, no mês de junho, a especialista analisa três estudos sobre o autismo na adolescência. O primeiro se refere à analise das evoluções clínicas de crianças e adolescentes autistas em um período de seis meses de terapia, concluindo que, embora todos os participantes tenham evidenciado evolução, as crianças progrediram muito mais do que os adolescentes.
Em uma segunda pesquisa, houve a comparação da evolução do desempenho de adolescentes submetidos a terapia fonoaudiológica desde a infância e daqueles que começaram a terapia mais tardiamente. Ficou evidenciado que existem diferentes ritmos de desenvolvimento, que são características individuais. Mas os sujeitos que tinham iniciado terapia enquanto crianças atingiram, em geral, patamares mais elevados de desempenho.
A terceira investigação considerou a melhor forma para avaliar o desenvolvimento de cada um dos pacientes estudados e as características da sua comunicação em três situações diferentes: sozinhos, em grupo com coordenação de um adulto, e em grupo, sem qualquer orientação. Foi possível observar que cada um adaptou seu estilo comunicativo às diferentes situações e necessidades de seus interlocutores.
junho, a especialista analisa três estudos sobre o autismo na adolescência. O primeiro se refere à analise das evoluções clínicas de crianças e adolescentes autistas em um período de seis meses de terapia, concluindo que, embora todos os participantes tenham evidenciado evolução, as crianças progrediram muito mais do que os adolescentes.
Em uma segunda pesquisa, houve a comparação da evolução do desempenho de adolescentes submetidos a terapia fonoaudiológica desde a infância e daqueles que começaram a terapia mais tardiamente. Ficou evidenciado que existem diferentes ritmos de desenvolvimento, que são características individuais. Mas os sujeitos que tinham iniciado terapia enquanto crianças atingiram, em geral, patamares mais elevados de desempenho.
A terceira investigação considerou a melhor forma para avaliar o desenvolvimento de cada um dos pacientes estudados e as características da sua comunicação em três situações diferentes: sozinhos, em grupo com coordenação de um adulto, e em grupo, sem qualquer orientação. Foi possível observar que cada um adaptou seu estilo comunicativo às diferentes situações e necessidades de seus interlocutores.
Mais informações: email fernandadreux@usp.br, com a professora Fernanda Dreux M. Fernandes
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